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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Curta da Lui

No supermercado, Lui sentada dentro do carrinho conversando com o papai.
Lui: Olha lá, papai! Uma galinha voando no teto!
Papai: Não deve ser, Lui. Galinhas não voam.
Lui: É mesmo! Então deve ser um Pequenodáctilo!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Curtas da Lui: as primeiras de 2.013

Papai: Lui, sabe qual é o nome disso? Wafer!
Lui: É? Por quê?
Papai: Não sei, foi o titio que inventou que deu esse nome.
Lui: Mas então eu vou dar outro nome!
Papai: Qual?
Lui: BISCOITO! Muito melhor, né?

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Papai: Lui, dá um beijo que eu vou trabalhar...
Lui: [chuac] Divirta-se!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Curtas da Lui

A Lui está deitada na cama vendo um movie. Eu pergunto se posso deitar junto.
- C'alo que pode - diz ela, sem tirar o olho da tela.
De repente, ela vira pra mim e diz:
- Suco!
Eu dou aquele suspiro resignado e digo algo como "agora que eu acabei de deitar?". Ela me faz um gesto de 'não te preocupes' e diz:
- A minha mãe pega. MAMÃE!

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Manhã de sexta-feira, a Lui começa a chamar:
- Mamãe...mamãe! MAMÃE!
Como a mamãe já está a caminho de São Bernardo, lá vou eu. Sou recebido assim:
- Oi, papai! Você pode me trazer uma mamãe?
Eu pergunto se ela quer a mamãe do armário ou a da geladeira.
- Pode ser uma mamãe Sandrinha, tá?

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Lui e a Geladeira Pequena

Hoje de manhã, fui levar o leitinho da Lui - que, como já informou a mamãe Sandra no Facebook, agora é com chocolate. Porém, acho que pus pouco chocolate. Ela pôs na boca e devolveu ‘esse não, eu quero com chocolate’. Eu disse que esse era o com chocolate.
‘Não, eu quero o leitinho de verdade’.
Esse é o leitinho de verdade, princesa.
‘Não, eu quero o leitinho da Geladeira Pequena!’.
Qual Geladeira Pequena, Lui?
‘Da Geladeira Pequena!’.
Sem muita opção, eu voltei pra cozinha, pus mais chocolate e levei pra ela. Tomou tudo.

Depois, quando começamos a discutir se ela ia ou não por a calcinha e se os fantasmas eram mesmo assustadores, eu perguntei qual era a Geladeira Pequena.
‘Vem ati que eu vou te mostrar!’ e pulou da cama. Foi até a cozinha comigo nos calcanhares (não queria perder um centímetro dessa), passou reto na geladeira (doravante chamada de Geladeira Grande), parou na frente do armário onde guardamos sucos e leite e apontou ‘Essa! É a Geladeira Pequena!’.

Ou seja, no próximo censo do IBGE, vou responder que temos 2 geladeiras, a Pequena e a Grande.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Curtas da Lui

- Estamos em pleno processo de desfraldamento. Às vezes, quando escapa um xixi especialmente calamitoso (por exemplo, quando a Lui está sentada no colo da mamãe), nós perdemos a esportiva e brigamos com ela. Um dia, ela fez xixi no banho e a mamãe disse que não tinha problema, que no banho, no peniquinho e na privadinha podia fazer. Ela ainda perguntou para confirmar "Não tem problema?" e a mamãe decretou, "Não, não tem problema."

Algum tempo depois, após um almoço em casa, ela foi escovar os dentes com o papai. Ela fechou a tampa da privada, subiu, pegou a escova que o papai deu e ficou escovando os dentes. De repente, virou apra mim e disse "Não tem problema, né?". Eu, inocente, perguntei "O que não tem problema, Lui?". Ela só repetiu o "Não tem problema, né?" (o né no final é mais uma afirmação, uma coação para você concordar com ela que uma pergunta) e fez o xixi. Na privadinha, como o papai e a mamãe queriam. Ninguém falou nada de levantar a tampa, ora bolas.

- Ligo para casa e a Lui pede para falar comigo. Já não é mais aquela conversa tímida, a menina já tá 100% entrosada com o telefone. Pra começar, vem com um "Oi, papai!". A gente conversa um pouco e eu pergunto se ela vai me dar beijos e abraços quando eu chegar em casa. A resposta, em tom de quem explica o óbvio, é um "Calo, papai!".

- Madrugada de domingo para segunda, a Lui começa a chorar. Papai vai lá, faz carinho, diz que tá tudo bem. Ela diz "Qué carro! Qué McQueen!". Eu ponho devolvo a chupeta, ela vira para o lado e dorme de novo.

- Ela inventou um barulho para quando não sabe a resposta para alguma coisa: é "clu-clu-clu".

- Ela coleciona o álbum Galeria Disney e o Princesas para Sempre. E sabe qual é o nome daquela figurinha que saiu no pacotinho, mas você já tem colada? Repitiba.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Quick facts da Lui

Algumas historinhas da Lui nesses últimos tempos:

- Ela já conta até 15 em português e até 10 em inglês;
- Ela canta várias músicas do começo ao fim e até ensinou uma música para a mamãe na hora de dormir (papai é testemunha via babá eletrônica);
- Ela sabe o nome de todos os membros do Clubhouse Disney, do Tigrão&Pooh e dos Backyardigans, além de ser o alter-ego do Stitch;
- Ela gosta do Bafo-de-Onça e pede para ver o desenho do Lobo Mau;
- O tio Titi subiu na sua escala de atenção depois que conseguiu convencê-la de que era amigo do Mickey;
- A festa dela de 2 anos teve a Minnie como tema e a mais forte candidata para a de 3 anos é a Cinderela;
- No dia seguinte à festa de 2 anos, quando o papai e a mamãe estavam arrumando a bagunça, ela virou do alto da sua bicicleta e disse 'Bigado da festa, mamãe! Bigado da festa, papai!';
- Quando ela tropeça e cai no chão (o que é bastante frequente), costuma dar risada e dizer 'upa, caí de maduro';
- Tombos ou batidas mais fortes ocasionam choros e pedidos imediatos pelo 'gelinho', que tem um poder curativo milagroso;
- Quando o machucado é em outra pessoa, ela solta um 'tadinho...té gelinho?' e dá um beijo na área machucada;
- A cor favorita dela é o exuberante zulmarelo. Pesquisas informaram que essa é uma cor indefinível, uma vez que muda cada vez que você pede para a Lui apontar qual é;
- Quando ela brinca de falar no telefone, começa com um 'Alô, tudo vai?'. Segundo a tradução materna, é uma mistura de tudo bem com como vai;
- Quando ela fala no telefone de verdade, adora mostrar o que está fazendo, apontando e dizendo 'ó';
- O melhor jeito de convencê-la a sair da escola é dizer que precisamos pegar o papai, que está com medo do Lobo Mau. E quando eu entro no carro, ela diz 'tá tudo bem, Luiza tá ati';
- A maior honraria que ela concede a alguém é pedir colo. Logo em seguida, vem o beijo e o abraço de urso, que ultimamente vem acompanhado de tapinhas nas costas e dela dizendo 'vai passar...'.
- Ela adora cosquinhas. Se você parar para ela recuperar o fôlego, grandes são as chances de ouvir um 'more!';
- Quando está com muita energia reprimida, ela gosta de fazer um circuito pela sala, subindo no pufe, escalando o encosto do sofá, margeando a parede até o outro lado da sala e pulando nas costas de quem estiver sentado no sofá;
- Ela reconhece o toque no celular da mamãe quando o papai liga. Uma vez, a mamãe estava lavando louça quando ela entrou na cozinha com o celular na mão, dizendo 'é o papai no alô!';
- O ritual para levá-la na escola inclui a visita a um par de Boxers que mora no caminho;
- Na classe da escola (o K-2A), são 7 meninos e ela; e
- Ela não tem medo do escuro. Na verdade, até gosta, de tanto o papai levá-la no escuro para dar risada de monstro (o que ela faz com maestria). Certa vez, acabou a luz na escola e todas as crianças começaram a choramingar. Todas menos a Lui, que ficou correndo de um lado para o outro dando as risadas monstruosas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Eba! Papai tá ati!

Para quem ainda não sabe, a Lui já fala e entende praticamente tudo. Ela ainda tem palavras específicas na língua dela, como 'Titi' para Mickey e 'Pacolulu' para o Sapo Cururu, mas a comunicação flui facilmente - desde que ela esteja sem a chupeta (ou 'sassy', de 'pacifier') na boca, claro.

Certa vez, ela e a mãe foram me buscar perto do Pão de Açúcar, onde o fretado me deixa. Como elas ainda iam demorar para chegar, eu aproveitei para fazer algumas compras e, entre outras coisas, levei pão. Um pão recém saído do forno, com aquele cheirinho convidativo.

Quando as duas chegaram e eu entrei no carro, o aroma invadiu o ambiente e a resposta foi praticamente imediata:
- Papai, té pão!
A partir desse dia, toda vez que a Lui vai me buscar de carro, sou recebido não com um 'oi' ou um beijo, mas com um 'té pão'. Nada te faz sentir tão bem-vindo quanto um 'té pão'. Principalmente quando você esquece de comprar o tal do pão.

Além disso, ultimamente a Lui tem demonstrado uma certa preferência por ser retirada da cadeirinha pela mãe e não por mim. Basta a gente entrar na garagem - eu nem sequer me mexi no banco - que ela começa a dizer:
- Não, Papai! Mamãe, mamãe! Não, Papai!
Também é excelente para a autoestima, quase não faz você pensar o que será que fez de errado. E ontem, a San ainda virou para a Lui e disse:
- Não pode falar assim com o Papai, isso é muito feio!
Pois a baixinha só ouviu 'Papai' e 'feio'. Ela veio até mim, deu um tapinha na minha perna e falou:
- Feio, Papai!

Isso tudo só para ilustrar minha expectativa quando fui tirar a Lui do banho - o que por si só já é um trabalho hercúleo. Pois bem, depois de extrair a princesa do chuveiro, secá-la, colocar a fralda e o pijama, começou o processo de convencê-la a ir dormir.

Normalmente, esse processo pode ocorrer de duas maneiras: ou ela desmaia já no trocador, ou fica brigando para não dormir. Ontem parecia que ia ser do tipo difícil, até que ela viu uma foto no mural do quarto e quis dar um beijo de boa noite nos amigos. Depois da sessão de beijos, foi tudo mais fácil: ela tomou o leitinho, pediu o Titi e a Minnie e dormiu. Ou pelo menos foi o que eu pensei.

Estava na cozinha preparando as mamadeiras da madrugada, quando ela começou a chamar:
- Papai! Mamãe! Mamãe!
Como a mãe estava indisponível, lá fui eu ver o que a baixinha queria, já preparado para ouvir um 'Não, Papai! Té Mamãe!'.

Abri a porta e antes que eu falasse alguma coisa, ela disse:
- Mamãe, té papai!
Eu respondi com um 'Papai tá aqui' e daí ela soltou a frase do dia (e da semana, se não for do mês ou do ano):
- Eba! Papai tá ati!

Nada mais a declarar.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Diário da Lui - 05/02

Uma coisa que me deixa brava com os adultos é quando eles começam a dizer que vai ser legal 'quando ela (eu) começar a falar'. Poxa, eu já falo há bastante tempo! Eles é que não entendem o que eu falo!

Ah, ontem a prima Julia viajou para Natal, onde o papai dela (aquele tio que parece o meu papai) está. Não entendi muito bem a história, mas parece que não é a terra do Papai Noel, porque a mamãe e a tia Alline estavam falando de sol, praia e calor - e acho que o Papai Noel não iria para um lugar desses com aquele casacão vermelho.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O maravilhoso mundo dos bebês

Em verdade, eu vos digo que os bebês são criaturas oniscientes e permanecem assim até que comecem a se comunicar apropriadamente. Sim, eles sabem tudo, passado, presente e futuro, o sentido da vida, o universo e tudo mais, só não vão contar para você - até porque tem muita coisa mais interessante no mundo para se analisar, discutir e, claro, morder. Quem quer saber o campeão da Copa-2010 ou as dezenas da Mega-Sena quando se tem uma joaninha de pelúcia, com asas que fazem barulho, bem ao alcance da boca?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Traição

Poucas coisas nesse negócio de ser pai são mais difíceis que a tal da vacina. Você leva sua bebê na clínica ou no posto, toda risonha e feliz, brincando e sorrindo para tudo. Ela encanta todo mundo, da recepcionista à médica, e olha para você com aquela cara de felicidade plena que só os bebês tem. Sim, a vida é bela e colorida.

Mas eis que chega a hora da verdade. Você segura a perna dela no lugar (e tem que ser você. A enfermeira fica com a seringae a mãe praticamente vira de costas para não ver) e ela pensa que é uma brincadeira, dá risada e tenta se soltar. Daí vem a picada, aquela que você sabia o tempo todo que viria, mas fingia que não era nada, que ela nem ia sentir.

Você vê o sorriso se transformar em um esgar de dor. Os olhinhos, que há poucos segundos brilhavam, enchem-se de lágrimas. Ela está olhando bem nos seus olhos e, chorando, tenta te dizer "papai, isso dói! Faz parar!". Daí ela percebe que ao invés de ajudá-la a fugir, você a está prendendo no lugar. Você é um deles.

Aí é que vem o pior. A picada já passou e ela olha para você com uma cara de decepção, de quem foi traída cínica e friamente por alguém em quem confiava a vida. E você não tem nem como explicar que é para o bem dela, que você não é um sádico espetador de bebês.

Sério, pior que isso só se ela pegasse uma das 817 doenças que a dita cuja previne.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Diário da Lui - 06/11

Eu já descobri isso faz um tempo, mas só agora lembrei de contar: meu quarto tem uma janela mágica! É verdade, toda vez que o papai ou a mamãe abrem, ela mostra um mundo diferente lá fora. Quer dizer, é tudo muito parecido, mas se você prestar atenção, vai ver que é diferente.

Por exemplo, às vezes o céu é cinza, às vezes é azul e, quando eu saio do banho, quase sempre ele é preto. E tem mais: às vezes as árvores estão de pé, às vezes deitadas...às vezes tem um barulhão de carro, às vezes dá até para ouvir os passarinhos...às vezes vem um ventinho gostoso no meu rosto, às vezes tá chovendo...

O problema é que lá em casa só a minha janela é mágica. A porta da frente não é. Toda vez que a gente sai por ela, cai sempre no mesmo mundo, desce de elevador e entra no carro. E o carro é legal, tem a minha cadeirinha e meus brinquedos, mas é sempre o mesmo.

Vou ver se convenço a mamãe a sair pela janela amanhã.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Diário da Lui - 27/10

Hoje eu pus um babador da mesma cor do babador do papai. Só que o do papai é esquisito. É fino e comprido, vai até a cintura dele. O papai deve ter muita mira para babar sempre no lugar certo.

Ah, hoje eu também aprendi a colocar e tirar a chupeta da boca! A mamãe ficou maior feliz! Tirar é muito fácil e eu já sei faz tempo, é só enganchar o dedo na argola da chupeta e puxar. Colocar também não é difícil, só tem que mirar bem a boca, esticar o bico e empurrar a chupeta com a mão.

Não sei por que a mamãe e o papai reclamam tanto de ter que colocar minha chupeta de volta de noite. É tão fácil!

domingo, 18 de outubro de 2009

Diário da Lui - 18/10

Hoje, a mamãe veio me dizer que eu ia conhecer a prima Julia, que morava lá no Longe. Achei que a mamãe estava ficando meio doida. Eu conheço a prima Julia que mora lá no Longe desde o dia em que eu nasci! Ela é bochechuda, tem olhos pretos igual às listras do Tigrão, um monte de cabelo e vive sorrindo.

Só que essa era diferente: loira, cabelo curto, olhos cor de mel e muito séria (acho que era porque ela tinha acabado de acordar). Eu tentei avisar a mamãe que aquela não era a prima Julia que mora no Longe - acho que ela não me entendeu, mas tudo bem - até que me explicaram que era outra Julia, de Outro Longe, mas que também era minha prima. Daí eu fiquei pensando: será que existe outra Luiza aqui no Perto? Ou será que tem Outro Perto?

Muito confuso isso.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Decifrando o mundo

Berço da bebê. Móbile do Winnie the Pooh rodando. Com uma ruga na testa, Lui observa atentamente a dança dos bichinhos. Porco rosa...tigre laranja...urso amarelo...burro cinza...

De repente, heureca! Ela abre um sorriso gigantesco, daqueles que só cabem em uma descoberta histórica, que mude os paradigmas da vida. A descoberta é tão fantástica que não basta sorrir, é preciso também mexer braços e pernas. E chamar alguém para testemunhar, claro.

Sim, fui eu a testemunha. Mas não me perguntem do quê, pois isso ainda é muito avançado para mim.

terça-feira, 14 de julho de 2009

A língua dos bebês com tecla SAP

Madrugada, papai e mamãe dormindo no quarto, estômago roncando, 4 horas depois da última mamada
- Unhé! = tou com fome!

3 segundos depois
- Unhééé!!! = cadê o meu leitinho? Eu tou com MUITA fome!

5 segundos depois
- Unhééééééééé!!!!!! = será que a mamãe me abandonou? Será que eu nunca mais vou mamar na vida?

12 segundos depois, já no colo da mamãe
- Auh...auh...auh...(soluçando) = como você demorou, mamãe! Nunca mais me assuste assim! Agora dá meu leitinho aqui!

Ombro da mamãe, arrotando depois de mamar
- Errr...errr... = não, mamãe, o colo é mais pra baixo! Agora eu tou com sono!

Colo da mamãe, processando
- Re...re...re...re... (similar ao final da risada do Pica-pau ou a um carro pegando no tranco) = queria saber pra onde vai todo aquele leitinho...

Trocador, já sem fralda
- Uh... = ah, tá, agora eu sei!

67 segundos depois, enquanto o papai se atrapalha com os botões
- Unhéééé!!! = que parte de 'Errr...errr...' você não entendeu?

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Não, eu ainda não troco a fralda em menos de um minuto.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Crescendo rápido

Segundo a última medição do pediatra, a Lui chegou aos 4,4 kg e 53 cm. Coincidentemente, as roupinhas dela já começaram a ficar apertadas. Ou seja, logo mais nossa Pequena vai passar a ser a nossa Média.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Apresentação

A Luiza nasceu às 10h35 do dia 28/5/2009, com 3,455 kg e 50 cm. Deu uma choradinha básica só para mostrar que estava tudo bem e dormiu, antes mesmo de ir conhecer a mamãe.

Agora já está em casa, linda e gorducha.

E o blog volta à sua programação normal.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Perspectiva

Estou sentindo que a Luiza vai nascer hoje. É fácil palpitar assim, pois o médico já disse que de amanhã não passa, mas coloco todas as minhas fichas em hoje, às 23h17.

Já me disseram algumas vezes que não existe nada melhor para colocar a vida em perspectiva do que o nascimento de um filho. E eu sempre respondo que mal posso esperar.

Tanta coisa que eu quero mostrar, que eu quero contar, que eu quero ensinar. E tudo começa hoje, às 23h17.

Atualização em 26/05: Ainda bem que eu não ganho dinheiro com previsões. O médico já marcou o retorno para quarta-feira, quando a pequena vai ser reavaliada. Se nascer durante Cruzeiro x São Paulo é automaticamente são-paulina, certo?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

34 de 38

Contar a vida em semanas é algo viciante.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Have you ever seen the rain...

Fomos em uma feira de coisas para bebê e gestante na sexta. Na saída, um stand com livros chamou a nossa atenção pela música que estava tocando. Era música de bebê, daquelas com o xilofone no lugar da voz, mas com alguma coisa familiar. Dali a pouco, conseguimos identificar: era Creedence! CCR for babies!

Sempre tive um pouco de preconceito contra esse tipo de CD, mas a música é realmente relaxante. Ideal pra enfrentar um congestionamento.