Disputa de pênaltis é uma coisa complicada, inverte a polaridade de heróis e vilões. Lembro um São Paulo x União Barbarense em um Paulistão daqueles malucos onde empates iam para os pênaltis com um ponto extra em disputa. O São Paulo ganhava de 2-1, um jogo modorrento como só o Paulistão consegue produzir. No último minuto, o falecido Adil bateu uma falta quase da intermediária no ângulo e empatou o jogo. Festa, euforia e tal. Nos pênaltis, advinha quem erra a cobrança? O Adil. No fim, o São Paulo saiu eufórico por ter ganho nos pênaltis, apesar de ter perdido um ponto praticamente ganho. A Barbarense saiu cabisbaixa, mesmo recuperando um jogo perdido. E o Adil, o herói que empatou o jogo no apagar das luzes, saiu como o vilão por ter perdido seu pênalti.
Holanda x Costa Rica foi um pouco disso. Jorge Luis Pinto vinha se dando melhor que Van Gaal durante o jogo, muito por causa da atuação brilhante de Navas. Aos 15 minutos do 2o tempo da prorrogação, Van Gaal troca o goleiro, que entra pra pegar dois pênaltis e classificar o time pra semi. Navas foi o melhor em campo, mas "decepcionou" porque não pegou pênalti. Van Gaal levou um nó tático em boa parte do jogo, mas sai como o gênio que pôs o cara certo pra decidir. Robben e Van Persie saem eufóricos por chegarem à semi e a torcida nem lembra que eles perderam o duelo com a zaga e o goleiro dos Ticos - o Van Persie, especialmente, perdeu gols de fazer corar Deivid e André Lima. E a Costa Rica, que fez a melhor campanha da história do país, bateu de frente com as potências mundiais, sai de cabeça baixa porque viu a vaga chegar muito perto.
domingo, 6 de julho de 2014
O fim da cara da Copa
Não consigo nem imaginar o que passa pela cabeça do Neymar. Tanta expectativa, tanta preparação pra jogar um campeonato único, uma Copa em casa! Tanta pressão da torcida, tanta corneta da imprensa...acho que nenhum jogador jamais esteve sob tanta pressão quanto ele. Talvez o Barbosa pós Maracanazzo.
E o moleque tava correspondendo! 4 gols, duas assistências, o cérebro do time, o desafogo. O cara que põe a bola debaixo do braço, o batedor do último pênalti. Mesmo não jogando tudo o que pode, era o oásis de futebol nesse meio campo árido.
E agora, acabou. O sonho de ganhar a Copa em casa foi pro espaço por causa da imprudência de um adversário, um dentre tantos que tentou pará-lo na bola e, não conseguindo, apelou pra pancada.
Se o Dunga não tivesse sido tão teimoso, ele já estaria na segunda Copa do Mundo. Quem sabe até já tivesse um título no currículo, e essa contusão deixaria sua trajetória ainda mais parecida com a do Pelé. A frustração de 2010 deve amplificar ainda mais essa de agora.
Enfim, Neymar, desejo que você tenha muita força e equilíbrio na recuperação. Nessa Copa das Copas de tantas boas histórias e memórias, você tem lugar entre as melhores.
E o moleque tava correspondendo! 4 gols, duas assistências, o cérebro do time, o desafogo. O cara que põe a bola debaixo do braço, o batedor do último pênalti. Mesmo não jogando tudo o que pode, era o oásis de futebol nesse meio campo árido.
E agora, acabou. O sonho de ganhar a Copa em casa foi pro espaço por causa da imprudência de um adversário, um dentre tantos que tentou pará-lo na bola e, não conseguindo, apelou pra pancada.
Se o Dunga não tivesse sido tão teimoso, ele já estaria na segunda Copa do Mundo. Quem sabe até já tivesse um título no currículo, e essa contusão deixaria sua trajetória ainda mais parecida com a do Pelé. A frustração de 2010 deve amplificar ainda mais essa de agora.
Enfim, Neymar, desejo que você tenha muita força e equilíbrio na recuperação. Nessa Copa das Copas de tantas boas histórias e memórias, você tem lugar entre as melhores.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Normalizando São Paulo e Atlético-MG
Existe uma técnica no mundo corporativo muito usada para comparar coisas que não são diretamente comparáveis. Chama-se normalização. Ela consiste em tirar da amostra todas as diferenças estruturais conhecidas para aumentar a sua comparabilidade (gostou dessa, Adenor Bacchi?).
Por exemplo, a empresa A vende sabão e amaciante e a empresa B vende só sabão. Se eu quiser comparar a performance das duas, vou ter que pegar o indicador da empresa A (por exemplo, receita de vendas) e retirar dele todo o efeito do amaciante no resultado. Assim, normalizando a amostra, posso saber quem vende mais sabão entre esses concorrentes.
Pois bem, no futebol as análises são muito mais subjetivas e, por isso mesmo, mais complexas. Se quisermos analisar a performance de São Paulo e Atlético nessa Libertadores, todos os indicadores apontam para uma vantagem avassaladora do time mineiro. Melhor campanha dentre todos os times na primeira fase, time jogando por música, goleadas acachapantes sobre o time que ganhou do São Paulo, derrota só quando o time estava só 'brincando' (ahã, for the sake of the argument). No lado paulista, o extremo oposto: último dentre os classificados, derrotas vergonhosas para times ridículos, nenhuma boa atuação nos 5 primeiros jogos e uma última vitória na marra contra um Atlético 'brincando' (ainda for the sake of the argument). Além do mais, ambos já se enfrentaram 3 vezes esse ano, com duas vitórias do Galo contra uma do São Paulo, e essa ainda foi no jogo da 'brincadeira' (ok, parei).
Enfim, como eu disse, um monte de números apontando para a superioridade do Galo. Porém, sabe-se que o futebol não é nem um pouco exato e objetivo. Alguns times 'encaixam' melhor contra uns que contra outros, alguns jogadores crescem e outros somem em momentos decisivos, assim por diante. Além disso, cada situação no jogo pode evocar uma resposta diferente de um mesmo time: ele pode jogar melhor no contra ataque, só se sentir confortável com a posse de bola, etc. As possibilidades são inúmeras - e todas relevantes, já que o jogo pode ser decidido em alguns detalhes.
Tomando tudo isso como base, vamos iniciar nossa Análise Normalizada de São Paulo e Atlético® considerando que, como estamos em um mata-mata (no qual o primeiro 'mata' já foi), apenas os confrontos entre os dois devem ser levados em conta. Dessa forma, retiramos do quadro as possíveis dificuldades do São Paulo contra times menores, que não vai entrar em campo na semana que vem. Também com esse espírito, vamos desconsiderar a vitória do São Paulo na última rodada da fase de grupos, onde o Galo jogou com pouca motivação. Sobraram apenas o primeiro jogo, no Independência, e o jogo de ontem. Vamos desconsiderar também o jogo de ontem a partir da expulsão do Lúcio, que claramente 'desnormalizou' o jogo - os gols perdidos pelo Ademilson são parte do jogo e podem se repetir na semana que vem, enquanto o desequilíbrio psicológico do Lúcio, felizmente, não.
Ficamos com um jogo e 34 minutos de outro para analisar. Não é uma amostra muito grande, mas já dá pra ver algumas coisinhas. Por exemplo, que o Atlético gosta de ditar o ritmo do jogo - como foi no primeiro tempo no Independência. E que não sabe jogar em desvantagem - o time ficou visivelmente desconfortável nos 34 minutos do Morumbi. Da mesma forma, podemos dizer que o São Paulo tem time pra afogar o Atlético - fez isso nos 34 minutos do Morumbi e no segundo tempo do Independência. Só que, pra isso, precisa da entrega na marcação que teve aqui em São Paulo, sem deixar os espaços para contra-ataque que culminaram com o segundo gol lá em Minas.
Também deu pra perceber que o Atlético prefere administrar a vantagem à finalizar o oponente - teve chance de golear o São Paulo tanto no Independência quanto no Morumbi e não o fez, além de não ter se esforçado para eliminar o adversário no jogo da 'brincadeira'. Ou seja, é um time consciente da sua força e que tem sido meio preguiçoso contra o São Paulo.
O panorama ideal para o São Paulo era ganhar o jogo em casa para jogar no contra-ataque em Minas. Como isso não é mais possível, teremos que ir pra cima do Galo como se o jogo fosse em casa. A pressão da torcida vai ser grande e vai ser difícil o time deles aceitar a nossa marcação alta como foi no Morumbi.
Porém, para o jogo da semana que vem, o Atlético tem todas as vantagens possíveis. Joga diante da sua torcida, começa o jogo classificado, vem de um jogo fácil no fim de semana (Tombense, enquanto o São Paulo pega o Corinthians) e com o time embalado. Ou seja, não tem motivo nenhum para ir para cima do São Paulo. E é aí que o tricolor pode ter uma chance.
Se conseguir encaixar sua marcação pressão e fizer um gol rápido, como foi nos 34 minutos do Morumbi, o São Paulo pode acender a centelha da dúvida na alma atleticana. A mesma dúvida que apareceu no jogo de ontem, que acabou gerando 4 chances claras de gol e que só sumiu por causa do Lúcio. Se o placar marcar 0-1, o Atlético vai ficar em desvantagem apenas pela segunda vez na Libertadores - sendo que na primeira eles estavam nas cordas e foram salvos pela expulsão do Lúcio. Como o Galo vai reagir se o São Paulo não resolver esse problema pra ele?
Essa é a questão que o São Paulo precisa propor na semana que vem. Não é fácil (até porque o discurso fácil do derrotismo já foi acionado pelo Rogério na saída do gramado ontem), mas é possível, como a nossa análise normalizada mostrou.
Por exemplo, a empresa A vende sabão e amaciante e a empresa B vende só sabão. Se eu quiser comparar a performance das duas, vou ter que pegar o indicador da empresa A (por exemplo, receita de vendas) e retirar dele todo o efeito do amaciante no resultado. Assim, normalizando a amostra, posso saber quem vende mais sabão entre esses concorrentes.
Pois bem, no futebol as análises são muito mais subjetivas e, por isso mesmo, mais complexas. Se quisermos analisar a performance de São Paulo e Atlético nessa Libertadores, todos os indicadores apontam para uma vantagem avassaladora do time mineiro. Melhor campanha dentre todos os times na primeira fase, time jogando por música, goleadas acachapantes sobre o time que ganhou do São Paulo, derrota só quando o time estava só 'brincando' (ahã, for the sake of the argument). No lado paulista, o extremo oposto: último dentre os classificados, derrotas vergonhosas para times ridículos, nenhuma boa atuação nos 5 primeiros jogos e uma última vitória na marra contra um Atlético 'brincando' (ainda for the sake of the argument). Além do mais, ambos já se enfrentaram 3 vezes esse ano, com duas vitórias do Galo contra uma do São Paulo, e essa ainda foi no jogo da 'brincadeira' (ok, parei).
Enfim, como eu disse, um monte de números apontando para a superioridade do Galo. Porém, sabe-se que o futebol não é nem um pouco exato e objetivo. Alguns times 'encaixam' melhor contra uns que contra outros, alguns jogadores crescem e outros somem em momentos decisivos, assim por diante. Além disso, cada situação no jogo pode evocar uma resposta diferente de um mesmo time: ele pode jogar melhor no contra ataque, só se sentir confortável com a posse de bola, etc. As possibilidades são inúmeras - e todas relevantes, já que o jogo pode ser decidido em alguns detalhes.
Tomando tudo isso como base, vamos iniciar nossa Análise Normalizada de São Paulo e Atlético® considerando que, como estamos em um mata-mata (no qual o primeiro 'mata' já foi), apenas os confrontos entre os dois devem ser levados em conta. Dessa forma, retiramos do quadro as possíveis dificuldades do São Paulo contra times menores, que não vai entrar em campo na semana que vem. Também com esse espírito, vamos desconsiderar a vitória do São Paulo na última rodada da fase de grupos, onde o Galo jogou com pouca motivação. Sobraram apenas o primeiro jogo, no Independência, e o jogo de ontem. Vamos desconsiderar também o jogo de ontem a partir da expulsão do Lúcio, que claramente 'desnormalizou' o jogo - os gols perdidos pelo Ademilson são parte do jogo e podem se repetir na semana que vem, enquanto o desequilíbrio psicológico do Lúcio, felizmente, não.
Ficamos com um jogo e 34 minutos de outro para analisar. Não é uma amostra muito grande, mas já dá pra ver algumas coisinhas. Por exemplo, que o Atlético gosta de ditar o ritmo do jogo - como foi no primeiro tempo no Independência. E que não sabe jogar em desvantagem - o time ficou visivelmente desconfortável nos 34 minutos do Morumbi. Da mesma forma, podemos dizer que o São Paulo tem time pra afogar o Atlético - fez isso nos 34 minutos do Morumbi e no segundo tempo do Independência. Só que, pra isso, precisa da entrega na marcação que teve aqui em São Paulo, sem deixar os espaços para contra-ataque que culminaram com o segundo gol lá em Minas.
Também deu pra perceber que o Atlético prefere administrar a vantagem à finalizar o oponente - teve chance de golear o São Paulo tanto no Independência quanto no Morumbi e não o fez, além de não ter se esforçado para eliminar o adversário no jogo da 'brincadeira'. Ou seja, é um time consciente da sua força e que tem sido meio preguiçoso contra o São Paulo.
O panorama ideal para o São Paulo era ganhar o jogo em casa para jogar no contra-ataque em Minas. Como isso não é mais possível, teremos que ir pra cima do Galo como se o jogo fosse em casa. A pressão da torcida vai ser grande e vai ser difícil o time deles aceitar a nossa marcação alta como foi no Morumbi.
Porém, para o jogo da semana que vem, o Atlético tem todas as vantagens possíveis. Joga diante da sua torcida, começa o jogo classificado, vem de um jogo fácil no fim de semana (Tombense, enquanto o São Paulo pega o Corinthians) e com o time embalado. Ou seja, não tem motivo nenhum para ir para cima do São Paulo. E é aí que o tricolor pode ter uma chance.
Se conseguir encaixar sua marcação pressão e fizer um gol rápido, como foi nos 34 minutos do Morumbi, o São Paulo pode acender a centelha da dúvida na alma atleticana. A mesma dúvida que apareceu no jogo de ontem, que acabou gerando 4 chances claras de gol e que só sumiu por causa do Lúcio. Se o placar marcar 0-1, o Atlético vai ficar em desvantagem apenas pela segunda vez na Libertadores - sendo que na primeira eles estavam nas cordas e foram salvos pela expulsão do Lúcio. Como o Galo vai reagir se o São Paulo não resolver esse problema pra ele?
Essa é a questão que o São Paulo precisa propor na semana que vem. Não é fácil (até porque o discurso fácil do derrotismo já foi acionado pelo Rogério na saída do gramado ontem), mas é possível, como a nossa análise normalizada mostrou.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Curta da Lui
No supermercado, Lui sentada dentro do carrinho conversando com o papai.
Lui: Olha lá, papai! Uma galinha voando no teto!
Papai: Não deve ser, Lui. Galinhas não voam.
Lui: É mesmo! Então deve ser um Pequenodáctilo!
Lui: Olha lá, papai! Uma galinha voando no teto!
Papai: Não deve ser, Lui. Galinhas não voam.
Lui: É mesmo! Então deve ser um Pequenodáctilo!
Uma questão de Postura
O atacante, sorrateiro como é, recebe a bola atrás da zaga - em posição duvidosa, diga-se de passagem. Ele conduz a bola para dentro da área, configurando para o goleiro uma clara situação de Dois passos e pára.
Como sabemos, essa é uma das raras situações em que o goleiro tem menos responsabilidade que o atacante aos olhos do público leigo em geral (que inclue a maioria dos comentaristas televisivos). Porém, há alguns comportamentos mínimos que se esperam do honrado guarda-metas, dentre os quais o que mais se destaca é a postura.
Voltemos à cena. É o atacante quem dá as cartas, é ele quem define qual será a dança. O goleiro precisa se preparar para todos os cenários: ao mesmo tempo em que se aproxima do ofensor para fechar o ângulo, deve manter uma postura que o permita ir na bola ao menor indício de conclusão. Na teoria, isso significa manter os pés paralelos, os joelhos levemente flexionados e as mãos ao lado do corpo - praticamente um pistoleiro em duelo de Faroeste. Na prática, o goleiro deve ficar na posição que achar mais confortável para uma defesa rápida, no reflexo.
Ontem, no Atlético-MG e São Paulo de abertura da Libertadores, tivemos um exemplo certo e um errado da postura frente ao atacante. No primeiro gol do jogo, Ronaldinho recebeu a bola dentro da área sozinho e cruzou para o Jô. Reparem na postura do Rogério Ceni, ereto e dando um passo à frente, pego totalmente de surpresa pelo lance:
Já no segundo tempo, no lance que decidiu o jogo, Luis Fabiano recebeu uma bola na entrada da área só com Victor à frente e soltou uma bomba. Só que o goleiro atleticano, bem posicionado e com a postura correta, conseguiu fazer a defesa que selou a vitória mineira.
Pode-se discutir o enésimo 'renascimento' do Gaúcho, as mirabolâncias táticas do Ney Franco ou o 'medinho' de levar o empate do Cuca, mas o que realmente decidiu a partida foi a postura dos goleiros nesses dois lances capitais.
Como sabemos, essa é uma das raras situações em que o goleiro tem menos responsabilidade que o atacante aos olhos do público leigo em geral (que inclue a maioria dos comentaristas televisivos). Porém, há alguns comportamentos mínimos que se esperam do honrado guarda-metas, dentre os quais o que mais se destaca é a postura.
Voltemos à cena. É o atacante quem dá as cartas, é ele quem define qual será a dança. O goleiro precisa se preparar para todos os cenários: ao mesmo tempo em que se aproxima do ofensor para fechar o ângulo, deve manter uma postura que o permita ir na bola ao menor indício de conclusão. Na teoria, isso significa manter os pés paralelos, os joelhos levemente flexionados e as mãos ao lado do corpo - praticamente um pistoleiro em duelo de Faroeste. Na prática, o goleiro deve ficar na posição que achar mais confortável para uma defesa rápida, no reflexo.
Ontem, no Atlético-MG e São Paulo de abertura da Libertadores, tivemos um exemplo certo e um errado da postura frente ao atacante. No primeiro gol do jogo, Ronaldinho recebeu a bola dentro da área sozinho e cruzou para o Jô. Reparem na postura do Rogério Ceni, ereto e dando um passo à frente, pego totalmente de surpresa pelo lance:
![]() |
| Isso que dá oferecer água ao inimigo |
Pode-se discutir o enésimo 'renascimento' do Gaúcho, as mirabolâncias táticas do Ney Franco ou o 'medinho' de levar o empate do Cuca, mas o que realmente decidiu a partida foi a postura dos goleiros nesses dois lances capitais.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Curtas da Lui: as primeiras de 2.013
Papai: Lui, sabe qual é o nome disso? Wafer!
Lui: É? Por quê?
Papai: Não sei, foi o titio que inventou que deu esse nome.
Lui: Mas então eu vou dar outro nome!
Papai: Qual?
Lui: BISCOITO! Muito melhor, né?
----------------------
Papai: Lui, dá um beijo que eu vou trabalhar...
Lui: [chuac] Divirta-se!
Lui: É? Por quê?
Papai: Não sei, foi o titio que inventou que deu esse nome.
Lui: Mas então eu vou dar outro nome!
Papai: Qual?
Lui: BISCOITO! Muito melhor, né?
----------------------
Papai: Lui, dá um beijo que eu vou trabalhar...
Lui: [chuac] Divirta-se!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Desejos de Ano Novo
Desejo que o Ganso seja o Pita, não o Ricardinho.
Desejo que o LF9 vá ao psicólogo com freqüência.
Desejo que o Breno se regenere e volte a jogar bola.
Desejo que o Lucio só faça lambança em jogos pouco importantes.
Desejo que o Ney Franco aprenda a substituir. Ou que cuide apenas do posicionamento, da estratégia e da tática e deixe o Rogério definir as substituições.
Desejo que a gente elimine o Corinthians nas semi da Libertadores, com duas vitórias acachapantes, incontestáveis. Ou nos pênaltis, com o Chicão, o Emerson e o Jorge Henrique errando as cobranças.
Desejo que a gente ganhe a Recopa com o Corinthians se recusando a voltar para o segundo tempo. E com o Danilo dando entrevista depois se dizendo envergonhado, que isso nunca tinha acontecido antes na carreira dele.
Desejo que o Bayer ganhe a UCL, pois já ganhamos de espanhol, italiano e inglês no Mundial, só falta os alemão.
Desejo que o Palmeiras passeie na Segundona, que seja campeão com 8 rodadas de antecedência e bata o ‘recorde’ do Corinthians. E que a Globo dedique uma série especial à essa rivalidade de segunda.
Desejo que o Neymar continue encantando o mundo, que faça 70 gols no ano, um mais lindo que o outro. E que o Santos perca 50% dos jogos por 4x3.
Desejo que o Galo ganhe o Mineiro e a Copa do Brasil, pro Ronaldinho poder continuar jogando sem pressão.
Desejo que o Grêmio perca na Pré-libertadores e nem classifique para as finais do Gauchão. E que o Luxa seja substituído após um empate sem gols com o Brasil de Pelotas na Arena.
Desejo que o Flamengo perca a semifinal da Taça Guanabara para o América e a da Taça Rio para o Duque de Caxias. Que o Dorival caia e o Luxa assuma, que o Adriano seja reintegrado e que o time passe 30 das 34 primeiras rodadas na zona de rebaixamento. Que ele dependa de uma vitória do São Paulo na última rodada pra não cair. E que o Joel já esteja apalavrado para 2014.
Desejo que o Guardiola assuma o City no meio do ano e que ganhe o Inglesão com 10 rodadas de antecedência.
Desejo que o Mou pare de estragar o Real ainda esse ano. Que ele volte ao Chelsea. Que apanhe do City em todos os encontros e reclame na imprensa que os árbitros protegem os times do Guardiola.
Desejo que o Atlético de Madri consiga manter o ritmo do Barça ao longo do ano e que assuma a ponta na última rodada, quando os catalões se dividirem entre a final da UCL, a Copa del Rey e o Espanholão. E que o Falcão marque mais gols que o CR9 e apenas 2 a menos que Messi no ano.
Desejo que o Napoli brigue pelo título no Italianão. Que Cavani marque tantos gols quanto o Falcão no ano.
Desejo que o Lucas seja protagonista no PSG. Que tenha tanto sucesso quanto o Raí.
E desejo que a Copa das Confederações seja um sucesso de organização. Mas quanto a esse último, não tenho muita esperança, não.
Desejo que o LF9 vá ao psicólogo com freqüência.
Desejo que o Breno se regenere e volte a jogar bola.
Desejo que o Lucio só faça lambança em jogos pouco importantes.
Desejo que o Ney Franco aprenda a substituir. Ou que cuide apenas do posicionamento, da estratégia e da tática e deixe o Rogério definir as substituições.
Desejo que a gente elimine o Corinthians nas semi da Libertadores, com duas vitórias acachapantes, incontestáveis. Ou nos pênaltis, com o Chicão, o Emerson e o Jorge Henrique errando as cobranças.
Desejo que a gente ganhe a Recopa com o Corinthians se recusando a voltar para o segundo tempo. E com o Danilo dando entrevista depois se dizendo envergonhado, que isso nunca tinha acontecido antes na carreira dele.
Desejo que o Bayer ganhe a UCL, pois já ganhamos de espanhol, italiano e inglês no Mundial, só falta os alemão.
Desejo que o Palmeiras passeie na Segundona, que seja campeão com 8 rodadas de antecedência e bata o ‘recorde’ do Corinthians. E que a Globo dedique uma série especial à essa rivalidade de segunda.
Desejo que o Neymar continue encantando o mundo, que faça 70 gols no ano, um mais lindo que o outro. E que o Santos perca 50% dos jogos por 4x3.
Desejo que o Galo ganhe o Mineiro e a Copa do Brasil, pro Ronaldinho poder continuar jogando sem pressão.
Desejo que o Grêmio perca na Pré-libertadores e nem classifique para as finais do Gauchão. E que o Luxa seja substituído após um empate sem gols com o Brasil de Pelotas na Arena.
Desejo que o Flamengo perca a semifinal da Taça Guanabara para o América e a da Taça Rio para o Duque de Caxias. Que o Dorival caia e o Luxa assuma, que o Adriano seja reintegrado e que o time passe 30 das 34 primeiras rodadas na zona de rebaixamento. Que ele dependa de uma vitória do São Paulo na última rodada pra não cair. E que o Joel já esteja apalavrado para 2014.
Desejo que o Guardiola assuma o City no meio do ano e que ganhe o Inglesão com 10 rodadas de antecedência.
Desejo que o Mou pare de estragar o Real ainda esse ano. Que ele volte ao Chelsea. Que apanhe do City em todos os encontros e reclame na imprensa que os árbitros protegem os times do Guardiola.
Desejo que o Atlético de Madri consiga manter o ritmo do Barça ao longo do ano e que assuma a ponta na última rodada, quando os catalões se dividirem entre a final da UCL, a Copa del Rey e o Espanholão. E que o Falcão marque mais gols que o CR9 e apenas 2 a menos que Messi no ano.
Desejo que o Napoli brigue pelo título no Italianão. Que Cavani marque tantos gols quanto o Falcão no ano.
Desejo que o Lucas seja protagonista no PSG. Que tenha tanto sucesso quanto o Raí.
E desejo que a Copa das Confederações seja um sucesso de organização. Mas quanto a esse último, não tenho muita esperança, não.
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